Vídeo da semana #14!!

Chroma inova com um penchée carregado!
Chroma e seu penchée carregado! Foto: Reprodução / Royal Ballet

Mais uma sexta e mais um #videodasemana para vocês!! Hoje, iremos entrar um pouco no universo das montagens mais contemporâneas de companhias famosas. Falamos aqui sobre a necessidade das companhias tradicionais, como Bolshoi e Ópera de Paris, mudarem seu repertório e se modernizarem, trazendo novos tipos de montagens mais contemporâneas. O Royal Ballet já faz isso há algum tempo, e um dos exemplos disso é Chroma!

Criada pelo coreógrafo Wayne McGregor, a obra “explora o drama do corpo humano e sua capacidade de se comunicar em extremos de pensamento e emoção”. Essa definição se faz presente na movimentação dos bailarinos, sempre muito urgente e rápida, e nem por isso menos precisa e técnica que a obra exige. O aspecto dos figurinos e do cenário são perceptivelmente simples, justamente valorizando os movimentos dos bailarinos.

Na coreografia, a escola contemporânea também aparece. Movimentos como contrações, hiperextensões de braços e pernas – tanto na figura feminina quanto masculina – assim como giros e ‘carregas’ com técnicas diferentes. A intenção de “ataque” nos passos e os “desencaixes” do quadril das omoplatas (sempre tão rígidos no ballet clássico!) também mostram que a proposta da coreografia é fugir um pouco do tradicional. Mas nem tudo é tão novo assim! Com formação clássica, McGregor não abandona o en dehors no seu trabalho, e abusa de linhas como arabesque, attitude e penchée (ainda que flutuante).

Vale a pena conferir esse trecho magnífico, interpretado pela Laura Morera e Eric Underwood.

 

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Vídeo da semana #13!!

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Mathilde e Lola ensaiando detalhes dos movimentos (Foto: Reprodução)

Hoje nosso #videodasemana é um pouquinho diferente: em vez de uma produção de dança, escolhemos mostrar uma bailarina “entrando” no personagem. E não é qualquer bailarina e nem qualquer personagem: falamos de Mathilde Froustey, principal do San Francisco Ballet, que encara Odette/Odile pela primeira vez!

Primeira coisa que temos a dizer: amamos esse sotaque francês dela! Dá vontade de apertaras bochechas toda vez que ela carrega um pouquinho mais. Vale ressaltar que sim, ela é francesa, e formada pelo Ballet Opéra de Paris.

Uma das coisas principais que Mathilde ressalta é que ela sentiu muita dificuldade com os braços, justamente por serem a marca registrada do ballet. São movimentos que exigem muito contorcionismo e que não são utilizados em outros repertórios. O vídeo é todo em inglês, então, se você não fala/entende muito bem, selecionamos algumas partes para traduzir.

“Dançar Odette/Odile é um passo grande. É minha primeira vez dançando O Lago dos Cisnes, então é muita pressão. Quando a gente começa a dançar ballet quando pequena, a maior referência que você tem é d’O Lago, por causa da música, dos tutus, dos braços, é a primeira coisa que você pensa. Acho que tive um ou dois dias de pânico!”, confessou a bailarina.

A maitresse que treina a Mathilde se chama Lola De Avila. Para ela, que já passou esse repertório muitas vezes para vários dançarinos, esse é um momento especial, já que Mathilde nunca dançou O Lago dos Cisnes e vem sem “vícios”.

“O que eu gosto mais é o que estou fazendo agora, que é ensinar quem nunca dançou. Quando você faz esse trabalho, é algo muito emocional, porque você tem que mostrar o bom e o mau nos dois personagens”, explicou Lola.

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Olhar matador de Mathilde como Odile! (Foto: reprodução)

Para finalizar, Mathilde diz como faz para diferenciar uma personagem da outra. “Com Odette eu procuro fazer os movimentos mais longilíneos, mais demorados, e com Odile é totalmente o oposto. Ela pula muito, faz muitas piruetas. Você pode interpretar esse ballet como quiser! Pode usar o cisne como metáfora para uma mulher ou tentar representar mais o pássaro”, finalizou.

 

Vamos ao vídeo!

 

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Vídeo da semana #12!!

Linda Celeste Sims e Glenn Allen Sims dançam pelo Alvin Ailey (Foto: Reprodução)
Linda Celeste Sims e Glenn Allen Sims dançam pelo Alvin Ailey (Foto: Reprodução)

Chegou atrasadinho, mas chegou! Nosso #videodasemana de hoje acaba sendo uma plataforma de divulgação de duas companhias que amamos: o Royal Ballet e o Alvin Ailey. Explicamos: a coreografia escolhida é a After the Rain, assinada por Christopher Wheeldon. Neste vídeo os dançarinos são da Alvin Ailey, mas quem está remontando o repertório para esta temporada é o Royal Ballet – com os queridos Thiago Soares e Marianela Nuñez!

Vamos à coreografia: o pas de deux, executado por um homem e uma mulher, é até simples, se comparado a outras montagens contemporâneas assinadas pelo coreógrafo, como Alice no País das Maravilhas. Mas tem um impacto muito forte, talvez por essa simplicidade. O que mais chama atenção, para mim, é a leveza dos braços dos dois dançarinos, e também a movimentação do pulso – lembra até a técnica do flamenco, embora muito mais delicada. Expressão, aqui, é a chave.

O ballet, que foi montado em 2005, exige uma cumplicidade muito forte entre o casal. Nesse caso, os bailarinos do Alvin Ailey são o par perfeito: além de partners, são, também, marido e mulher! As sequências e “carregas” não são óbvias, mesmo para uma montagem que flerta com o contemporâneo. Logo no início da coreografia, por exemplo, o bailarino sustenta a bailarina, de lado, ela com as pernas abertas na segunda posição. O movimento, em espiral, termina em um abraço suave entre os dois. Durante a dança, Wheeldon brinca com o equilíbrio do casal. Os dois estão sempre sendo a base ou a impulsão para os passos do outro. Pela movimentação, sobretudo dos braços, o que podemos inferir é uma sensação de busca pela liberdade.

Olha a sincronia da Linda Celeste Sims e Glenn Allen Sims! (Foto: Reprodução)
Olha a sintonia da Linda Celeste Sims e Glenn Allen Sims! (Foto: Reprodução)

Vale muito a pena assistir o repertório todo, mas, por enquanto, deixamos aqui a “cereja do bolo”. Esperamos que goste!

 

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Voltando com tudo, mas com calma!

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Brenda Lee Grech, do Scottish Ballet, se aquecendo na barra. (Foto: SB Tumblr)

Hoje deve ser o dia oficial de volta às aulas de 90% d@s bailarin@s, certo? E, se você ficou de bobeira nas férias e nem fez uma aulinha sequer, deve estar morrendo de vontade de voltar com tudo! Mas calma lá, que esse é o momento em que surgem mais lesões. O corpo não está acostumado aos exercícios, então é preciso treiná-lo e lembrá-lo dos movimentos aos pouquinhos.

Para evitar estiramentos e possíveis tendinites, o ideal é caprichar no aquecimento e alongamento pré-aula. É bem possível que seu professor ou professora faça isso em aula, mas não custa reforçar por conta própria! Esse vídeo abaixo mostra uma rotina de aquecimento bem simples de fazer, que ajuda a “acordar” as partes do corpo e afrouxar um pouquinho os ligamentos.

Melhor parte: o vídeo é todinho demonstrativo (não tem explicação em outras línguas!) e o processo inteiro não dura 10 minutos. Antes de fazer esses exercícios, recomendamos soltar os nozinhos dos pés “pisando” numa bola de tênis e passando nos músculos internos da coxa. Dá um alívio danado, e facilita muito na hora de alongar.

Boa volta às aulas!

Vídeo da semana #11!

Para o retorno pós-Carnaval ficar mais ~tranquilo e favorável ~, nosso #videodasemana veio da indicação de ninguém menos que Marcelo Gomes e Misty  Copeland, primeiros-bailarinos do American Ballet Theatre. Os dois compartilharam em suas respectivas redes sociais o vídeo da coreografia Toccara, dançada por Misty e Alexandre Hammoudi, e assinada por Marcelo – então achamos de bom tom analisar!

Primeiro que o nome da dança poderia ser facilmente “Linhas”, já que a coreografia – um pas de deux – é toda trabalhada nelas. Braços, pernas e extensões são amplamente utilizadas, e agradecemos aqui às curvas da Misty (ainda não sei lidar com essas pernas dela, gente!) por deixar a forma dos movimentos ainda mais acentuada. O cenário de fundo são imagens (lindas!) de partes dos corpos dos bailarinos, o que reforça essa ideia!

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Misty Copeland e Alexandre Hummoudi (Foto: Reprodução / YouTube)

A coreografia me lembrou um pouco In The Middle Somewhat Elevated (que eu amo), mas menos carregada na agressividade e flertando mais com o contemporâneo. Muitos pés em flex, contrações e braços hiperestendidos contrastando com a fluidez dos movimentos. A música, assinada por Ian Ng, é só violino e piano: mesmo essa combinação sendo simples, os arranjos são complexos. Tem momentos dramáticos, outros mais lentos, outros mais divertidos – e a coreografia acompanha tudo.

Agora você fica à vontade para assistir, mas adianto que Marcelo Gomes pode apostar sem medo na carreira de coreógrafo! Ainda mais se continuar investindo em talentos como Misty Copeland para protagonista 😉

 

 

 

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Vídeo da semana #08!!

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Uma das pontas da Jessica Fyfe (Foto: reprodução)

Cada um com seu cada qual, certo? O vídeo de hoje, sugestão da leitora Edielle Caroline, mostra o método de preparação da matéria-prima das bailarinas clássicas: as pontas! Sim, porque cada uma tem um jeitinho diferente de deixar a sapatilha mais confortável, ainda que muitas companhias tenham fabricação própria e personalizada (inveja eterna!!!!).

Todas as bailarinas que aparecem são do Australian Ballet, nossa companhia queridinha! A primeira é a solista Jessica Fyfe, do corpo de baile, disse que tem cerca de sete ou oito sapatilhas à disposição ao mesmo tempo para uso nas aulas, ensaios e apresentações. Ela disse que gosta de ter umas duas ou três mais molinhas, que são boas para saltos e para os palcos, umas três quase”no ponto” e uma bem dura, no caso de alguma amolecer muito mais rápido do que ela previa.

Para deixar as pontas “nos trinques”, Natasha Cushen, coryphée, gosta de raspar a sola, para dar mais atrito e melhorar a aderência ao solo e passa cola nas laterais internas (essa eu nunca tinha visto!). Já a principal Amber Scott sempre “embala” o pé esquerdo numa fita larga, por conta de lesões passadas, para prevenir novas.  Ela gosta de colocar um elástico largo e grosso na parte da frente, para segurar o colo do pé, e costurar as pontas para ajudar no equilíbrio (a Lisa Craig, também do Australian Ballet, já tinha dado essa dica no World Ballet Day).

E você, tem alguma técnica para deixar a sapatilha “no ponto”? Eu gosto de amolecer um pouquinho o gesso, para diminuir o barulho, então jogo um pouco de água na parte de cima e piso nela, moldando a caixa do jeito que eu gosto. Meu pé, apesar de não ser bonito, é forte, e por isso eu quebro a sola bem em cima, para impedir que ela quebre no meio e force uma ponta “errada”. Também uso elásticos para reforçar a segurança, mas não tão grossos como os da Amber Scott. E pretendo costurar as pontinhas para ver se o equilíbrio melhora, mesmo!

 

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Vídeo da semana #06!!

E não é que 2016 começou tão lindo, mas tão lindo, que já estreou numa sexta? Tivemos que selecionar um #videodasemana à altura – aliás, o que não foi tarefa fácil por conta dos vídeos lindos que vocês enviaram! Continuem dando trabalho 😉

Selecionamos esse duo da Lucía Lacarra com o Marlon Dino dançando “Three Preludes” – sugestão de Claudia Biglia e Carol Silva. Essa apresentação fez parte do espetáculo Gala des Étoiles, no Teatro Scala de Milano, que contou com a participação grandes estrelas da dança internacional.

À análise! A música, que pode ser bastante desafiadora aos ouvidos dos amantes mais puristas do clássico, é de Sergei Rachmaninov, e a coreografia beeeem fora dos padrões é de Ben Stevenson. A coreografia começa na barra, com a Lucía abusando das extensões de pernas e sutileza nos braços. Que linhas tem essa mulher, gente! Dino mantém a postura bem forte, fazendo uso de toda sua envergadura para ser o contraponto à fragilidade aparente da bailarina. Na minha opinião, são poucos os bailarinos que fazem bem esse papel. Alguns exemplos são o italiano Roberto Bolle e o brasileiro Marcelo Gomes.

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Lucía Lacarra e suas linhas absurdas com Marlon Dino e seu porte de galã (Foto: Reprodução / Youtube)

Gosto como eles são extremamente sincronizados. Lucía faz com os pés e pernas movimentos que Dino faz com as mãos e braços. Seguindo a dinâmica de uma aula, a coreografia desenvolve para o “centro” e os bailarinos continuam abusando da sincronia, e, principalmente, das extensões. Cada movimento parece durar o tempo necessário para virar uma pose. Os fotógrafos não devem ter tido problema algum para registrar a apresentação 🙂

Confira o vídeo:

Quer ver mais dessa sessão? Olha nosso arquivo!

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Vídeo da semana #04!

Nureyev e Karen Kain em produção d'A Bela Adormecida em 1974 (Foto: Reprodução)
Nureyev e Karen Kain em produção d’A Bela Adormecida em 1974 (Foto: Reprodução / National Ballet of Canada)

E eis que temos mais um #videodasemana para carimbar a sexta-feira! Dessa vez, a sugestão foi quase uma exigência: Felipe, que vai dançar a Bela Adormecida nesse fim de semana, quis uma auto-homenagem e pediu que o vídeo fosse desse repertório.

Então tá, né? A gente quase não gosta da Bela, mesmo… 😉 Selecionei a variação masculina do 3º ato, o casamento, dançada por ninguém menos que Rudolf Nureyev (a gente já falou dele aqui, mas não custa lembrar!), em 1977, no National Ballet of Canada (também fizemos uma análise dessa companhia no World Ballet Day!).

O que eu acho que vale destacar nesse vídeo é a precisão dele nos movimentos. Nureyev também sabia equilibrar força com delicadeza como ninguém – repare que ele sempre aterrissa dos pulos sem aquele “tombo” que muitos bailarinos fazem. Os braços e as mãos estão sempre leves, como se estivessem desconectados do resto do corpo.

Essa é uma variação extremamente difícil, com muitos giros e saltos complexos. E, mesmo assim, ele não quica nem uma vez! Limpeza e técnica, a gente vê por aqui… Além disso, vale ressaltar o ar de nobreza que ele empregou para caracterizar o príncipe Florimund/Désiré.

Sem mais delongas, eis o vídeo! E queremos ver você fazendo igual, viu, Felipe?  😛

 

 

Não viu os outros? Nosso arquivo tá aí:

Vídeo da semana #03

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Vídeo da semana #01

Carlos Acosta e sua “Carmen” reestilizada

O bailarino e coreógrafo (e deus!) Carlos Acosta divulgou nas redes sociais dele que nesta quinta-feira, 12/11, estreia o último trabalho dele no Royal Ballet. É ele quem dança e assina a montagem de Carmen, ballet que será apresentado junto com “Viscera”, “A Tarde de Um Fauno” e “Tchaikovsky Pas de Deux”. Um mix beeem eclético, fiquei até um pouco surpresa com essa vanguarda toda do Royal!

Agora é que vem o mais legal: a parte boa é que essas apresentações serão transmitidas, ao vivo, para cinemas do mundo todo (como já aconteceu com produções do Bolshoi, Mariinsky e do próprio Royal). A parte ruim é que o Brasil ficou de fora. Na América do Sul, só vai passar na Argentina e no Uruguai 😦

Além de ver a montagem de Acosta (e ele dançando com a diva Marianela Nuñez), queria muito assistir “Viscera”, de Liam Scarlett, uma coreografia muito intensa e com movimentos bem amplos. Fiquei interessada graças ao ensaio com Laura Morera transmitido no World Ballet Day – e é ela mesma quem vai dançar. (Escrevemos sobre todos as companhias que participaram, aliás! Se quiser dar uma olhadinha, clica aqui!)

Agora é esperar (e torcer!) que essa apresentação vire DVD! Por enquanto, temos esse ‘aperitivo’ que o Royal preparou:

 

O ensaio de “Viscera” no World Ballet Day você assiste aqui.

Uma ajudinha para girar

Se você é que nem eu, não tem muita facilidade com giros. Então, qualquer ajuda é super bem-vinda, certo? Nesse vídeo da Kathryn Morgan (a gente avisou que vinha mais coisa dela por aqui!), o foco é fazer com que você encontre seu eixo e se mantenha nele até decidir tocar o chão com os dois pés. E quem não gosta de pirueta sabe o quanto isso é difícil.

Vamos lá: o vídeo é em inglês e não tem legendas (vamos ver o que podemos fazer em relação a isso no futuro), mas o básico que ela mostra é aquilo que a sua professora /seu professor fala: abdome contraído, rélevé forte e braços bem presos. E cabeça rápida. E passé alto… Mas calma que tem mais. A série de 1/4 de piruetas antes de começar a girar, de fato, ajuda MUITO no eixo. Agora, a dica mágica para mim é contar as piruetas de trás para frente. Em vez de um dois três, conte três dois um (ou dois um). Não sei se é só psicológico, mas que fez muita diferença para mim, isso fez.

Outra dica – essa é de Felipe! – que funcionou DEMAIS para mim é pensar em subir antes de girar e ‘furar’ o chão. Pode parecer maluquice, mas quando você pensa em colocar todo o peso de seu corpo no dedão, parece que o eixo vem com mais facilidade. Gostou? Tenta aí!