Dica indicada!

Dia de segunda-feira a gente normalmente coloca aqui uma dica de aquecimento, fortalecimento, técnica ou até de alimentação. E hoje não será diferente! Só que, em vez de um post, indicamos um blog: o Academia de Estrelas, que (não por acaso, hehe!) nos entrevistou na semana passada sobre nossa experiência com o ballet ‘fitness’ (não viu? clica aqui!)

O blog, coordenado pela jornalista Giovanna Castro, tem sempre dicas legais de como se manter saudável com uma dieta balanceada, fazer exercícios diferentes e aponta novidades no mundo ‘fit’. Nem sempre tem a ver com dança, mas a gente já falou aqui que é importante fazer atividades de fortalecimento para não sobrecarregar o corpo!

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A prancha, por exemplo, é um excelente exercício de fortalecimento!

 

Esperamos que gostem das dicas e que sirvam de complemento à dança! Aproveitamos para deixar aqui nosso pedido: Sugiram posts! Contem pra gente sobre o que vocês querem ler por aqui que nós corremos atrás 🙂

Nosso contato: oitotemposblog@gmail.com ou @oitotemposblog no Instagram, Facebook e Twitter!

 

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Ballet fit(ness)

Muita gente veio perguntar pra gente o que achamos do ballet fitness, ou fit ballet – se todo mundo poderia fazer ou se é algo mais voltado para quem dança. E a resposta é: os dois! Por ser uma modalidade que combina exercícios aeróbicos com os passos de ballet, pode servir tanto para quem está atrás de uma atividade física (mas quer fugir da academia!) como para quem quer melhorar o desempenho nas aulas tradicionais.

Mas vamos começar pelo começo: o que é o ballet fit e como funciona a aula? Para responder essa pergunta, conversamos com a professora Viviane Fontoura, que dá aulas dessa modalidade no Ballet Marília Nascimento, em Salvador. Ela, que é formada e pós-graduada em dança, explicou que o formato das aulas é bem parecido com o de uma aula tradicional. Segundo Vivi, a diferença é que as sequências têm mais repetição de movimento, e se pensa muito mais em ativar os músculos certos na hora de fazer os exercícios.

“A gente foca mais em cada exercício, em cada passo. É uma série de repetições, mas que são diferentes das repetições de uma aula de ballet. No ballet os passos são mais ligados, a gente às vezes se preocupa mais em não sair da música do que em fazer o passo da maneira mais correta. Já no fit ballet têm mais consciência corporal. A música, que pode ser de academia, batidas, ela estará ali sempre, acompanhando. Mas não estamos tão concentrados na música quanto no abdômen, nos glúteos…”, explicou.

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Juliana numa repetição de pliés bem desafiadora!

Vivi deixou claro que sua metodologia é própria, e não tem vínculo com marcas patenteadas*. A aula dela segue o formato de aula livre, com alongamento, barra e centro, e os exercícios mudam a cada classe. Assim como a maioria das modalidades que juntam dança com ginástica, essa metodologia traz benefícios para quem quer apenas um exercício físico menos chato quanto para quem já dança e quer aprimorar a resistência.

“O ballet fit surgiu na intenção de fazer uma atividade para pessoas que gostariam de dançar ballet e que não queriam ir para academia. Os exercícios têm mais desafios, por conta do número de repetições. Proponho que seja uma modalidade para condicionamento, sim, mas que seja uma aula mais dançada, também, para quem já vinha ‘namorando’ com a dança e nunca teve a oportunidade de fazer aula”.

 

A gente fez uma aula para conferir e olha: é bem puxado! No bom sentido, claro… Aí segue vídeo com Vivi explicando no que a gente deve focar durante os exercícios.

 

*Algumas academias e escolas de ballet usam as metodologias das marcas Fit Ballet e Ballet Fitness, o que não é o caso de Vivi.